sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Encontros com autores

Durante o primeiro período tivemos o privilégio de contactar com três escritores.
No dia vinte de outubro recebemos Paula Ruivo, que veio apresentar o seu mais recente livro, Não quero ser o que sinto…, que conta a história do Simão, um jovem com dezasseis anos, cuja vida muda e toma um rumo que jamais imaginaria; surgem desafios enormes e um suposto sem-abrigo poderá mesmo ser a melhor e única ajuda que o Simão encontra quando começa a ser vítima de agressões por parte de dois novos colegas. Mas a vida não para de o surpreender e uma paixão, a primeira paixão, que tem de ignorar para se manter a salvo, desperta. Conseguirá o Simão voltar a sorrir? Conseguirá rumar na rota do seu sonho? Conseguirá deixar de ser vítima dos dois rapazes?
Uma sessão muito interessante, sobre um tema muito atual – o bullying –, que manteve atentos e participativos alunos do quinto ano ao secundário.
No dia dezoito de novembro, alunos do quarto ao nono ano interagiram com Tito de Morais, um dos autores do livro Cyberbullying, um guia para pais e educadores.
Apesar de o livro ser um guia sobre como identificar, prevenir, intervir e combater o cyberbullying, destinado a ajudar pais e encarregados de educação, professores e educadores, e outros profissionais que lidem com crianças e jovens ou os tenham a seu cargo, o autor dinamizou uma espécie de workshop sobre os perigos, não menosprezando os aspetos positivos, da internet e das redes sociais. Uma sessão que permitiu aprender bastante sobre o bullying virtual, para quem quis aprender…
No dia catorze de dezembro, no âmbito da Feira do Livro, recebemos Ricardo Frade, autor do livro Pé descalço – da Suécia a Portugal sem um tostão.
Ricardo Frade fez uma viagem de 4200 km para provar que os problemas da vida são ‘apenas’ uma questão de perspetiva. Assim, viu-se na Suécia, no norte da península da Escandinávia, em pleno Inverno. Não conhecia o país e não sabia uma palavra de sueco. Complemente-se o cenário com o facto de não ter na sua posse qualquer dispositivo eletrónico, dinheiro ou cartões de crédito/débito, e não ter onde dormir, nem sequer o que comer. O que fez para se desenvencilhar desta situação? Como fazer, no dia a dia, para dar a volta às situações mais difíceis que a vida nos apresenta?
Ricardo Frade fez tudo isto, e voltou para Portugal são e salvo…em apenas 13 dias!
Uma sessão que alunos e professores carimbaram como "muito bom", "magnífico", "brilhante". Disseram ainda: "Foi um momento inspirador que, certamente, deixará marcas.";
"Muito divertido, genuíno."; "Magnífica vibração! Extraordinárias mensagens de alento. A sua forma de pensar e de comunicar com o mundo aquece e enriquece, em vários prismas, a alma das pessoas."
Uma lição de vida, sem dúvida!

As três sessões terminaram, como não poderia deixar de ser, com sessões de autógrafos e, no caso de Ricardo Frade, também de fotografias.





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