terça-feira, 18 de junho de 2019


   E... Terminou mais um ano letivo. A comunidade escolar envolveu se com dedicação profissional e afetiva durante todo o ano.

  Os alunos empenharam se com motivação tendo conseguido os resultados para os quais trabalharam. 
  Os professores, sem excecão promoveram as competências essenciais dos alunos, quer a nível cognitivo, quer a nível da cidadania, tentando incutir nos alunos referências básicas enquanto cidadãos do mundo. A cidadania foi um dos temas muito trabalhado por toda a equipa de profissionais. Não é apenas o saber curricular mas também o ser e o saber estar que contribuem para a formação de um bom cidadão.
Os pais foram essenciais nesta caminhada e mostraram- se presentes e interessados no acompanhamento do seus filhos. Participaram em várias atividades, nomeadamente na biblioteca, com leituras e outos eventos. Um agradecimento especial para todos os pais que nos deram o prazer da sua participação e contamos com todos no próximo ano letivo.
   A Direção da Escola, na pessoa do seu Ex. professor Manuel Amorim e de toda a equipa de assessoria,  à  semelhança dos anos anteriores manteve sempre uma  postura de abertura e resolução de eventuais problemas que em muito contribuíram para um final de ano cujo balanço é extremamente positivo.
  Toda a equipa da educação especial está igualmente de parabéns pelo trabalho prestado. É uma secção difícil de gerir , pois requer regras mas também muita receptividade e afetos e, em todos os campos,  foram incansável no desempenho de todas as áreas.
  Estamos todos de parabéns desde o pré escolar ao ensino secundário. Todos experimentamos o sabor do dever cumprido com o máximo rigor e afetividade.  Com certeza já estamos com saudades, mas no próximo ano letivo estaremos cá pra tentar fazer ainda melhor, pois fazer melhor é sempre possível. Os que estão de partida serão sempre recebidos com um carinho especial de boas vindas.
 






 Como seria de esperar o final do ano será encerrado com um fabuloso arraial onde toda a comunidade educativa conviverá alegremente, em festa e diversão.
Boas Férias e até para o ano de 2019/2020

quarta-feira, 12 de junho de 2019


" A finalidade da Arte não é agradar. O prazer é aqui um meio; não é neste caso um fim. A finalidade da Arte é  elevar".

Fernando Pessoa - Ideias estéticas da Arte.


" Toda a arte se baseia na sensibilidade, essencialmente na sensibilidade. A sensibilidade é pessoal e intransmissível. Para se transmitir a outrem o que sentimos, e é isso que na arte buscamos fazer, temos que decompor a sensação, rejeitando nela o que é puramente pessoal, aproveitando nela o que, sem deixar de ser individual, é todavia suscetível de generalidade, portanto, compreensível, não direi já pela inteligência, mas ao menos pela sensibilidade dos outros".

                                                                                    Fernando Pessoa - Ideias estéticas da Arte





" Definir o belo é não o compreender". Fernando Pessoa, Livro do Desassossego.



terça-feira, 11 de junho de 2019



" Não há razão para termos medo das sombras. Apenas indicam que em algum lugar próximo, brilha a luz". - Ruth Renkel







 Não é bom que tudo aconteça como desejamos "
 Jacques Bossuet


" A única maneira de teres sensações novas é construístes te te uma alma nova. - F. Pessoa, Livro do Desassossego.

"" não haja medo de que a sociedade se desmorone sob um excesso de altruísmo. Não há perigo desse excesso" - F. Pessoa, Livro do desassossego"




2 "A verdadeira medida do homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em  como se mantém em temos de controvérsia e desafio" - Martin Luther King



sexta-feira, 7 de junho de 2019


"Um professor influi para a eternidade, nunca se pode dizer até onde vai a sua influência ". 

Henry B. Adams


" Interrogar é ensinar". Xenofonte



" Nem todos podem tirar um curso superior.
mas todos podem ter respeito, alta escala de valores e as qualidades se espírito que são a verdadeira riqueza de qualquer pessoa".

  Alfred Montapert








" A única maneira de teres sensações novas é construir-te uma alma nova ". 

F.  pessoa, Livro do desassossego






quinta-feira, 6 de junho de 2019













"Um livro é um mudo que fala, um surdo que responde,
 um cego que guia, um morto que vive." - Padre António Vieira 

                                                                                                                                                          Ramacrisna


 "Educai as crianças e não será preciso castigar os homens."Pitágoras







quarta-feira, 5 de junho de 2019

"É fundamental que o estudante adquira uma compreensão e uma perceção nítida dos valores.
 Tem de aprender a ter um sentido bem definido do belo e do moralmente bom." - Albert Einstein



" Como melhoram as pessoas depois de passarmos a gostar delas." - Grayon

  


" O objetivo da educação é a virtude e o desejo de converter-se num bom cidadão." - Platão


" Semeia um pensamento e colherás um desejo,
semeia um desejo e colherás a ação,
semeia a ação e colherás um hábito,
semeia um hábito e colherás o CARÁTER!"

Tihamer Toth

“A tecnologia não é nada. O que é importante é que tenhas fé nas pessoas, que basicamente são boas e inteligentes, e se lhes deres ferramentas, elas vão fazer coisas maravilhosas com elas”.
Jobs, Steve


terça-feira, 4 de junho de 2019

Sábado na BE!
       
       Dando continuidade às sessões de Sábado na BE!, foram quatro – de janeiro a abril – os sábados com histórias e atividades práticas. Duas horas sempre motivadoras e com muitas dinâmicas, que continuam agradar aos participantes, crianças e adultos
       “Donde vem a pimenta?”, de Manuela Olten e Briggite Rabb, Amélia quer um cão, Tim Bowley , “Ciclo do pão”, de Cristina Quental e Mariana Magalhães, e “A montanha de livros mais alta do mundo”, de Rocio Bonilla, foram as histórias que nos fizeram imaginar, viajar, sonhar, crescer…, com temas vários e variados, que permitem diálogos únicos com as crianças, sempre tão espontâneas. 

       Sinopses:
       “Donde vem a pimenta?” – Sete perguntas e catorze respostas - uma maneira divertida de aprender! "Vai ao lugar onde a pimenta cresce!" Mas, na verdade, de onde vem a pimenta? Por que é que os ursos hibernam? Por não serem capazes de arranjar um casaco de inverno que lhes sirva, e o inverno é muito frio sem casacos? Não, claro que não! O caso é que os ursos não conseguem encontrar comida suficiente durante o inverno. É por isso que se fartam de comer durante o resto do ano, para ficarem gordos e quentes, para poderem passar a estação fria no seu covil. As crianças deste livro, que são muito inteligentes, sabem de onde vem a pimenta, por que é que os caracóis trazem a casa às costas, e sabem que a baleia não é um peixe, assim como muitas outras coisas. Mas é muito mais divertido pensar nas mais loucas respostas às perguntas, antes de olhar para as respostas certas! Este é um álbum ilustrado especial - divertido e informativo, para crianças e para os seus pais, - com ilustrações invulgares e muito engraçadas.
       “Amélia quer um cão”Às vezes é preciso ir por linhas tortas para alcançar uma meta; nem sempre o caminho mais curto entre dois pontos é uma linha reta. É esta a estratégia de Amélia quando mete na cabeça adotar um cão... Desde uma águia a uma baleia, passando por um cavalo ou um elefante, as tentativas de Amélia para convencer o seu pai são cada vez mais disparatadas. Além de uma divertida história sobre quão espertas podem ser as crianças e a pouca atenção que os adultos lhes prestam perante assuntos aparentemente banais, o conto destaca-se pela sua vincada estrutura. Tim Bowley recorre aos esquemas da literatura oral - estrutura acumulativa e elementos repetitivos - para captar a atenção dos leitores. Uma obra de grande colorido e uma proposta estética à base de técnica mista e colagem, para aproximar as crianças de conceitos como a responsabilidade, aplicada às obrigações que implica cuidar de um animal doméstico, que animais são suscetíveis de ser domesticados e quais é que devem viver em liberdade pelo seu caráter selvagem.
       “Ciclo do pão” A professora Tita entrou na sala carregando um enorme tabuleiro cheio de plantas. Para que serviriam…? Depois de muitas descobertas na sala de aula, eis que a turma parte para mais uma visita de estudo, percorrendo o circuito dos cereais, passando por um moinho, uma moagem até chegar à padaria da Ana.
       E foi uma Ana, a Ana Osório, mãe do Telmo e do Vasco, que veio participar nesta sessão de Sábado na BE, fazendo-nos um delicioso pão. Toda a gente adorou! Obrigada, Ana Osório! 

          “A montanha de livros mais alta do mundo” – Lucas estava convencido de que nascera para voar. Olhava para os aviões, tentava inventar asas de todos os tipos, e até pediu para aprender a voar como presente de Natal! Mas nada funcionava… Um dia, a sua mãe explicou-lhe que havia outras maneiras de realizar o seu sonho e pousou-lhe um livro nas mãos. Nesse mesmo dia, sem perceber, Lucas começou a voar… Um livro para despertar a imaginação em leitores de qualquer idade.
       Todas as sessões, como habitualmente, tiveram um ateliê associado, nos quais miúdos e graúdos continuam a pôr a imaginação em funcionamento, num apelo à criatividade. 








       Porque ler… é voar!

Próxima sessão: 8 de junho. Não faltes!


sexta-feira, 31 de maio de 2019


Teatro, uma outra forma de leitura

                 O teatro é, certamente, uma outra forma de leitura.
             No dia 13 de fevereiro, os alunos do 6.º ano assistiram, na sala Polivalente do Centro Educativo de Arcozelo, no âmbito da disciplina de Inglês, à peça “The Prince and the Pauper”, da obra homónima de Mark Twain, e que conta a história de dois rapazes que nasceram em Londres, no mesmo dia, Tom Canty (um mendigo) e Edward (o príncipe da Inglaterra).
            Tom Canty vivia com o seu pai, um homem cruel, que o fazia pedir esmolas e fazer parte de um grupo de bandidos, para conseguir dinheiro, e, caso não conseguisse dinheiro suficiente, Tom era espancado pelo pai. Edward vivia no palácio, com o pai, Henrique VIII, e era sempre tratado com todos os luxos.
            Um dia, Tom e Edward encontram-se e, ao perceberem a semelhança da sua aparência, trocam de roupa e experimentam trocar de vidas...
            “The Prince and the Pauper” é uma história baseada na ideia da amizade de um príncipe e um mendigo. Apesar de ter sido escrito como uma história de aventura para crianças, Mark Twain tem como foco mostrar a falsa ideia que a sociedade tem das classes mais altas.
            Esta peça de teatro foi uma iniciativa da Areal Editores, uma vez que “The Prince and the Pauper” é uma das histórias de “Extensive Reading” do manual escolar da disciplina.
            No fim da apresentação, houve ainda tempo para uma animada conversa com os atores e a indispensável “selfie” de grupo.


            Em abril, no dia 3, um grupo de alunos do 8.º D representou “O Principezinho”, uma obra da autoria de Antoine de Saint-Exupéry, que nos faz refletir sobre a vida e a importância que damos ao que e a quem nos rodeia.
            Esta história é contada através de um diálogo de grande amizade entre o narrador – um piloto de avião que despenhou no deserto do Sahara – e um Principezinho – um rapazinho loiro, vindo de um minúsculo asteroide, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Aos poucos o aviador vai conhecendo a história do pequeno príncipe, uma tarefa nada fácil, já que o Principezinho fazia imensas perguntas e raramente respondia às questões que lhe eram dirigidas.
            O Principezinho, que tinha muito cuidado com o seu planeta, conhece uma flor, uma rosa, que ele acha única, pois nunca tinha visto outra igual, tratando-a todos os dias com muito carinho, regando-a e protegendo-a do vento, uma vez que esta era muito frágil por ter apenas quatro espinhos.
            Com o passar do tempo, curioso por saber o que se passaria nos outros planetas, decide explorar outros asteroides. Assim, num longo diálogo em que a imaginação é protagonista, o Principezinho contou a sua história de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado apenas por um adulto. Ao longo da viagem, o rapaz fica muito desiludido, pois não percebe a razão pela qual as pessoas só pensam em si próprias e não se importam com nada nem ninguém. Quando visitou o planeta Terra teve muitos encontros mas o que mais o marcou foi, sem dúvida, a raposa. Ela disse-lhe que o que era importante se via com o coração e não com os olhos e que, depois de se estar preso a uma pessoa, passa-se a ser responsável por ela. “Se vieres, por exemplo, às quatro horas da tarde, a partir das três horas começo a ser feliz”. E foi assim que o Principezinho compreendeu o verdadeiro conceito de amizade. "Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós".
            Uma excelente interpretação dos nossos jovens atores, que deixou alunos e docentes que, no auditório da escola sede, assistiram à peça, muito bem impressionados. Os protagonistas voltaram a representar no dia 2 de maio, na quinta edição dos Encontros com sabores, no âmbito da Semana da Saúde, desta vez na cantina da escola, tendo voltado a brilhar.


            No dia 4 recebemos a companhia de teatro Caixa de Palco, com as peças “Na Companhia de Pessoa”, para as turmas de 9.º ano, e “Na Companhia de Sophia”, para alunos do 8.º ano. 

            “Na Companhia de Pessoa” surgiu a partir de Poesias – Ortónimo de Fernando Pessoa. Numa energia contagiante, os atores transformam as constantes dúvidas de Pessoa num momento descontraído, poético e divertido. Questionam a vida e a “obra vã” e mergulham numa fantasia de palavras para que, com eles, o público possa (re)descobrir o icónico Poeta e a magia das suas palavras. Porque “é em nós que é tudo”. Que em cada um de nós, haja um pouco de Pessoa. 

            
              “Na Companhia de Sophia” conta várias histórias, dentro de uma só história! Numa Viagem até à Dinamarca, partem da Praia e, juntamente com o Homero, apanham boleia com os Três Reis do Oriente, depois de dobrarem o cabo Bojador, param para O Jantar do Bispo, onde ajudam um bom Homem a encontrar o seu percurso, através de um Retrato sobre as dificuldades e belezas da vida humana.
            Já no terceiro período, na tarde do dia 9 de maio, o Grupo de Teatro Movimento Incriativo, do qual faz parte o professor António Rocha, veio ao Centro Educativo de Arcozelo apresentar a peça “A girafa que comia estrelas”, a partir da obra homónima de José Eduardo Agualusa, aos alunos do 1.º ciclo
            A história é sobre Olímpia, uma girafa muito alta, que anda sempre com a cabeça nas nuvens e que, à noite, sobe ao morro e com estrelas. Mas o que o Olímpia deseja mesmo é encontrar anjos. Porém, nas nuvens só encontra a D. Margarida, uma galinha-do-mato que ali vive e tem a cabeça cheia de frases feitas… As duas vivem uma linda amizade, ensinando-nos que podemos sempre ajudar a resolver os problemas, desde que nos esforcemos um pouco nesse sentido.
            “Uma girafa com um grande pescoção
            E a cabeça noa ar
            Cresceu na selva, na imaginação
            Onde tu podes entrar.”
           
             Uma bela história de amizade, encenada com simplicidade, mestria, música, animação e muito humor pelo Grupo Movimento Incriativo. 




           








           Um excelente espetáculo, a que os Centros Educativos de Lagoas (dia 16 de maio) e de Refóios (dia 30) também tiveram oportunidade de assistir.
            Momentos de representação que fazem da leitura o caminho para o conhecimento...







Histórias da BE!

    
       De janeiro a maio, foram cinco as histórias trabalhadas no âmbito do projeto Histórias da BE!, com as turmas dos JI de Arcozelo, Brandara e Lagoas: em janeiro, “Camila porta-se mal”, de Aline de Pétigny; em fevereiro, “Adivinha quanto gosto de ti”, de Anita Jeram e Sam McBratney; em março, “Camila não quer partilhar os seus brinquedos”, de Aline de Pétigny; em maio, “Eu sei tudo sobre as mamãs”, de Nathalie Delebarre, e "Se eu fosse...", de Richard Zimler.
       Histórias pensadas para cativar, despertar e fomentar o gosto pela leitura e pelos livros, enquadradas em temáticas que vão ao encontro do trabalho da sala de aula, com o objetivo de abordar temas importantes, como as regras, os afetos, a partilha e aqueles que nos são importantes, através da imaginação e da fantasia. Um projeto de parceria entre as educadoras e a professora bibliotecária que tem, por isso, tudo para continuar.


























terça-feira, 28 de maio de 2019

Conta-nos uma história!

O Projeto Conta-nos uma história continua mas, à semelhança do período letivo anterior, só a turma A3C, da professora Marta Miranda, veio à BE.
No dia 25 de janeiro, o Ruben Latino e a mãe, a D. Márcia Ferraz, falaram-nos de afetos, através da história “O que é o amor?”, de Anna Laura Cantone e Davide Cali.
“O que é o amor?”, questiona-se Emma, a personagem principal da narrativa. Pergunta à mamã romântica, ao papá adepto de futebol, à avó doceira e ao avô apreciador de automóveis. Todos lhe dão respostas diferentes. Como é que a menina há de encontrar o amor? Emma sente a cabeça a andar à roda…
Uma magnífica história sobre o amor, que serviu ainda para falar de amizade, partilha, colaboração…
No dia 22 de maio, a Bruna Penha trouxe a mãe, a D. Sandra Lima, e, juntas, contaram-nos a história "A história dos brincos de penas", de Maria Teresa Maia Gonzalez, uma encantadora história sobre um pequeno índio que ao passear tranquilamente em terras da Águia Tonta, se depara com o cair inesperado de seis coloridas penas de ave. O que irá fazer com elas e será que terão algum significado especial para terem ido parar à guarda do jovem índio? Uma narrativa que nos faz sonhar, suportada pelas magníficas ilustrações de Inês do Carmo.
Os alunos mostram-se sempre muito atentos e participativos, revelando vontade de repetir a atividade, com outras histórias e outros dinamizadores, os seus próprios familiares…
Que as outras turmas também se entusiasmem e, ainda este, ou no próximo ano letivo, a atividade ganhe a dinâmica que sempre teve…
Obrigada a todos os participantes, em especial ao Rúben, à Bruna, à D. Márcia e à D. Sandra!
Porque ler é saber mais…


quinta-feira, 2 de maio de 2019


 Concursos Concelhio e Nacional de Leitura

            Este ano, a Biblioteca Municipal de Ponte de Lima retomou o Concurso Concelhio de Leitura, tendo a final decorrido na manhã do dia 21 de fevereiro, na BMPL,
            Do nosso agrupamento participaram 12 alunos, 6 do 1.º ciclo (3 alunos do 3.º ano - Joana Gonçalves Pereira, CE Arcozelo, Renato dos Santos Costa, CE Lagoas, Rodrigo Alves de Sousa, CE Arcozelo -, e 3 alunos do 4.º ano – Beatriz Pinto Fernandes, CE Refóios, Joana Filipa Cerqueira Gonçalves, CE Arcozelo, Sara Maria Araújo Matos, CE Refóios) e 6 do 2.º ciclo (3 alunos do 5.º ano - André Filipe Martins Rio, Diana Amorim Barros Caçador Alves, Matilde Araújo Costa -, e 3 alunos do 6.º ano - João Pedro Cunha de Sá Amorim, Lia de Castro Gonçalves, Pedro Manuel Carvalhosa Teixeira).
            Uma manhã em que, uma vez mais, se celebrou a leitura!
            A aluna Diana Amorim Barros Caçador Alves foi a vencedora do 5.º ano, tendo recebido o prémio na Feira de Educação, Ciência e Tecnologia, no dia 14 de março.

            Na tarde do dia 28 de fevereiro decorreu a fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura, na biblioteca escolar da Escola Secundária de Ponte de Lima.
            Participaram nesta eliminatória:
            1.º ciclo: Joana Gonçalves Pereira (CE Arcozelo – Turma A3A) e Sara Maria Araújo Matos (CE Refóios – Turma R4A)
            3.º ciclo: Maria Daniela de Sousa Medina (8.ºA) e Maria Luísa Pereira Gomes (7.ºA)
            A Joana, a Sara e a Maria Daniela apuraram-se para a fase intermunicipal. A Maria Luísa, apesar de não ter passado à fase seguinte, também teve uma participação notável. 

            Os alunos do 2.º ciclo, Lia de Castro Gonçalves (6.ºD) e Pedro Manuel Carvalhosa Teixeira (6.ºA), e do ensino secundário, Daniel José Rodrigues Trigo (12.ºA), ficaram automaticamente apurados para a fase intermunicipal, uma vez que passavam 4 elementos por concelho e só os grupamentos de Arcozelo e Ponte de Lima tinham participantes destes níveis de ensino.
            No dia 29 de abril, a Joana, a Sara, a Lia, o Pedro, a Daniela e o Daniel participaram na fase intermunicipal, que decorreu em Viana do Castelo, de manhã (prova escrita) na Escola EB 2,3 Frei Bartolomeu dos Mártires, à tarde (prova de palco) no Auditório Professor Lima de Carvalho.
            A Sara conseguiu passar à prova de palco, tendo desempenhado muito bem o seu papel.






           












          
           Mas não podem ganhar todos, por isso, devem sentir-se muito felizes por terem chegado até aqui. Todos os participantes nas várias fases dos concursos estão de parabéns, e que continuem (bons) leitores!
            Um dia muito bem passado, entre estes jovens bem-dispostos, muito simpáticos e cheios de energia…
            “Ler é ganhar asas para o mundo…” 






terça-feira, 9 de abril de 2019

Semana(s) da Leitura

  Semana da Leitura da Leitura teve como data oficial a semana de 11 a 15 de março. No entanto, no nosso agrupamento, sob o lema “Hoje leitor, amanhã leitor”, as comemorações prolongaram-se até final do segundo período, devido às várias atividades desenvolvidas: encontros com escritores, teatro, formação de utilizadores, “Miúdos a votos”, muitas histórias (Histórias da BE, Sábado na BE…).
Dias de celebração da leitura, do livro e do leitor! A leitura é, inquestionavelmente ato comunicativo, de diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências, é espaço de encontro, criativo e colaborativo.
Obrigada a todos quantos contribuíram para o sucesso da(s) Semana(s) da Leitura!


Porque ler é saber…







quinta-feira, 4 de abril de 2019

                    Encontros com…
           
            É habitual recebermos, nas nossas bibliotecas escolares, escritores e outras entidades ligadas à leitura e à escrita. Aconteceu no primeiro período e voltou a acontecer neste.
            O primeiro foi o escritor Paulo Santos, também apicultor, que, através dos seus livros “Cuscas no Castelo de Guimarães” e “Cuscas na Torre de Belém” nos veio falar, essencialmente, da importância das abelhas na continuidade e sustentabilidade do planeta.

            As Aventuras da Cuscas, com ilustração de Susana Lima, é uma coleção que conta a história de uma abelha que visita vários monumentos em Portugal. Estes livros abordam a importância das abelhas na nossa vida e, com as aventuras da Cuscas, as crianças poderão ainda descobrir, de uma forma lúdica e pedagógica, vários monumentos e momentos da história do nosso país.
            No dia 31 de janeiro esteve no Centro Educativo de Arcozelo, no dia 1 de fevereiro no Centro Educativo de Refóios e no dia 6 de fevereiro no Centro Educativo de Lagoas, fazendo várias sessões por escola, garantido que todos os participantes entendiam a mensagem que pretendia passar. 



            Ficamos a saber, entre muitas, muitas coisas, que a língua das abelhas é parecida com uma tromba para sugar água e o néctar das flores; a rainha é a abelha mais importante da colmeia; as abelhas alimentam-se de água, néctar e pólen; as abelhas são responsáveis pela polinização, que consiste no transporte de grãos de pólen de uma flor para a outra (polinização cruzada) ou para o seu próprio estigma (autopolinização) e é através deste processo que as flores se reproduzem; são responsáveis pela polinização de 70% das culturas agrícolas, com destaque para as amêndoas (100%), as maçãs (90%) e os mirtilos (90%).
            O escritor/apicultor explicou que, quando as abelhas se aproximam de nós, não devemos enxotá-las para evitar que nos piquem, uma vez que pensam estar a ser atacadas e picar é a forma de se defenderem, apesar de morrerem quando largam o ferrão; em vez disso, devemos manter-nos imóveis até que a abelha se afaste.
            A principal mensagem é a de que as abelhas são muito importantes para a nossa continuidade.
            “Se as abelhas desaparecessem da face do globo, então o Homem teria somente quatro anos de vida restantes. Sem abelhas não há polinização, não há plantas, não há animais, não há homens.” – Albert Einstein
            Ajudemos, então, a preservar a espécie!
No dia 27 de março, no âmbito da(s) Semana(s) da Leitura, recebemos Daniel Completo, que nos visitou pela quarta vez, voltando a cantar e a encantar, e o prestigiado escritor António Mota. 


Vieram apresentar o livro “Casa de palavras”, da autoria de António Mota, com poemas cantados pelo Daniel Completo, numa parceria comemorativa dos quarenta anos de carreira de António Mota.
Música e leitura são, efetivamente, uma combinação perfeita! 

Daniel Completo nasceu em Lisboa e licenciou-se em Educação Musical, tendo iniciado a sua atividade como professor do ensino básico no ano de 2000. Esteve ligado a um dos mais genuínos registos da Música Tradicional Portuguesa, integrando o grupo "Ronda dos Quatro Caminhos" nas décadas de 80 e 90.
             Depois de editar vários trabalhos infantis, fez parcerias com escritores bem conhecidos, como Luísa Ducla Soares, cujos livros nos foram apresentados em anos anteriores, José Fanha, que nos visitou no passado ano letivo, e António Mota, que tivemos o privilégio de receber este ano.
         António Mota nasceu no concelho de Baião, em 1957.
            Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever. É um dos autores mais lidos e premiados da literatura infantojuvenil portuguesa, tendo cerca de noventa títulos publicados, e a sua vasta obra foi, em grande parte, selecionada pelo Plano Nacional de Leitura. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983), o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990), o Prémio António Botto (1996) e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, na categoria «Livro Ilustrado» (2004). Em 2008, foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública.
            Em 2014 foi nomeado para o prémio ALMA por ser «um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude» e por a sua obra ter «a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal». A nomeação repetiu-se na edição de 2015 deste que é um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil.  Ficamos a saber que “No Meio do Nada” é o seu primeiro livro para adultos, publicado este ano, quando se comemoram os 40 anos de uma carreira literária a semear histórias que alimentaram a imaginação de milhares de leitores.
            Foram momentos inesquecíveis, de muita leitura, música e boa disposição, lembrando que ler é, também, ser feliz...

            Como sempre, as sessões, nos três Centros Educativos, terminaram com uma sessão de autógrafos.
            Na sessão do Centro Educativo de Arcozelo também participaram os meninos e as meninas de 5 anos do JI de Arcozelo. 


            No dia 2 de abril recebemos, na BE de Arcozelo, Álvaro Oliveira, autor do livro “Definições – encontro com o destino”, um livro de poemas sobre as vivências do autor.
            Álvaro Oliveira, ou Né Oliveira, nome pelo qual é mais conhecido, tem 46 aos e é natural de Vila Verde. Interrompeu os estudos para ir trabalhar, tendo regressado à escola para concluir o 9.º ano; atualmente encontra-se a terminar o 12.º ano e pretende ingressar no ensino superior.
            Né Oliveira começou a escrever nas pausas do trabalho, em pedaços de cartão. Sofre de Parkinson, mas não deixou que a doença o impedisse de ser uma pessoa bastante ativa, tendo exercido vários cargos políticos e associativos, entre os quais o de Presidente da Junta de Freguesia de Barbudo e Chefe regional adjunto do Corpo Nacional de Escutas de Braga. É Delegado regional da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson e fundador e Vice-presidente da casa do brinquedo e da brincadeira.
            Publicou os seus primeiros dez poemas em 2000, na Antologia dos Jovens Poetas do Baixo Minho. Em fevereiro de 2019 lançou o seu primeiro livro “Definições – encontro com o destino”.
            Ficamos a saber que tem intenções de publicar outro livro, em breve…
            Né Oliveira falou da sua vida, da sua doença, das suas escritas, deixando aos alunos presentes (9.º ano e ensino secundário) a mensagem de que não devem NUNCA desistir dos seus sonhos.
            O autor concedeu-nos, ainda, o privilégio de o ouvirmos ler alguns dos seus poemas preferidos, entre os quais um que dedicou à filha e outro ao seu pai.
            Um encontro agradável que testemunha, acima de tudo, uma enorme força de vontade; sem dúvida, um excelente exemplo de vida…