sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Sábado na BE!
          
     As sessões de sábado na BE acontecem desde 2009, ou seja, há já sete anos.
     Entre as dez e o meio-dia, foram já muitas as histórias contadas e inúmeros os ateliês dinamizados.
     Este ano letivo foram já dinamizadas três sessões.
    A história de outubro, A que sabe a lua?, de Michael Grejniec apelou à imaginação das crianças presentes, para quem a lua “é doce” ou “sabe a queijo”. Quem nunca sonhou dar uma trincadela na lua? Foi precisamente este o desejo dos animais desta história. Só queriam provar um pedacinho mas, por mais que se esticassem, não eram capazes de lhe tocar. Então, a tartaruga teve uma ideia genial: "Talvez entre todos consigamos alcançá-la.", provando que o trabalho de equipa é um excelente meio para alcançar um fim comum. Aproveitando para estabelecer uma ligação ao Dia Mundial da Alimentação e ao Halloween, o ateliê consistiu num marcador decorado para as refeições dos pequenos participantes.
    Em novembro, O canteiro dos livros, de José Jorge Letria fez-nos imaginar um canteiro no qual, para além das flores, nascem livros. Imagine-se uma criança que estabelece com esses livros uma relação de cumplicidade e de mistério que se transforma num segredo bem guardado. O canteiro dos livros é uma narrativa para crianças e para adultos, pois celebra a paixão pelos livros e pela leitura, evidenciando a importância que têm, ou deveriam ter, nas nossas vidas, o saber e a magia que habitam nos livros. Após a leitura, cada menino/a elaborou um requintado marcador de livros.
    Em dezembro, como não podia deixar de ser, uma história de Natal, cheia de mensagem e magia, tão próprias desta quadra, A mais bela árvore de Natal, de Marie Duval e Alain Jost, numa homenagem a um dos principais símbolos do Natal – a árvore –, mas sem esquecer a preservação do meio ambiente. E para mais tarde recordar, o trabalho desenvolvido nesta sessão foi decorar um ou mais moldes de pinheiro de Natal para integrar a decoração da árvore de cada um.
    Momentos únicos entre miúdos e graúdos, sempre prontos a ajudar os mais pequeninos nas tarefas após a sessão de leitura.

    Um projeto com tendência a continuar, porque ler… é voar!





Histórias da BE!
          
           Dando continuidade ao projeto mensal Histórias da BE!, a ser desenvolvido com sete turmas de JI, concretamente, Arcozelo, Brandara e Cepões, foram dinamizadas três sessões de leitura: outubro, novembro e dezembro.
         Em outubro, a história Kiko, o dentinho de leite. um dentinho de leite que vive na boca do Tomás, sensibilizou crianças e adultos para a importância da higiene oral. Uma narrativa que não deixa ninguém indiferente.
          Em novembro, Elmer, o elefante xadrez da autoria de David L. McKee, apelou à igualdade entre as diferenças, deixando perceber que cada um é como é, e que ser diferente pode ser muito interessante, porque isso torna a pessoa muito especial.
           Em dezembro, o indiscutível brilho do Natal trouxe A oficina do Pai Natal, de Manuela Mota Ribeiro, uma viagem mágica a um lugar de sonho para todas as crianças.
        Histórias da BE, em sala de aula, em auditório ou na BE, é um projeto sempre muito bem acolhido por todos (crianças, educadoras, auxiliares), resultando em momentos inigualáveis de aprendizagem, fantasia, boa disposição e de grande motivação para a leitura.






Conta-nos uma história…

Este ano letivo, o projeto Conta-nos uma história, em articulação com os docentes do 1.º ciclo do CE de Arcozelo, teve duas sessões, ambas em dezembro.
No dia 7, a Cláudia, irmã da Cristiana da turma A3B, da professora Fernanda Cunha, veio ler o poema História Antiga, de Miguel Torga. Um magnífico poema de Natal, muito bem lido.
Previamente, com a professora, os alunos pesquisaram a vida e a obra do autor, demonstrando interesse e um bom conhecimento acerca de Miguel Torga. Na biblioteca só aprenderam de novo a escolha do pseudónimo escritor, já que o seu nome verdadeiro era Adolfo Correia da Rocha.

Após a leitura da Cláudia, a turma mostrou ter percebido muito bem o poema, o que revela o interesse e a atenção com que o escutaram.




















No dia 9 foi a vez da turma A3A, da professora Aurora.
A Mariana, irmã do Tomás, veio contar uma história de Natal. Escolheu Não te esqueças de mim, Pai Natal!, de Norbert Landa, que conta a história de um ursinho chamado Simão, que tinha tanto medo que o Pai Natal se esquecesse dele que nem conseguia hibernar. Mas o Simão não se preocupava só consigo, também queria que os seus amigos não fossem esquecidos. Um conto ternurento que não deixa esquecer a partilha e a solidariedade nesta quadra tão especial.
Os alunos participaram ativamente, alegando que os presentes são importantes, mas o melhor do Natal é mesmo a união da família. Gostaram tanto que tiveram pena que a história depressa chegasse ao fim.
Duas sessões muito produtivas, em que todos estão de parabéns por tão bem protagonizarem mais uma homenagem à leitura: alunos, professoras e manas.



As aventuras de Pinóquio

A Companhia de Teatro de Coimbra – AtrapalhArte – esteve neste agrupamento pelo quinto ano consecutivo.
Desta vez vieram dinamizar a peça As aventuras de Pinóquio, numa adaptação da obra homónima, da autoria de Carlo Collodi. Nos dias 28, 29 e 30 de novembro fizeram, uma vez mais, as delícias de todos os alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, que aguardavam estes dias com grande expectativa, pois sabem que com os AtrapalhArte a diversão é garantida.
            Com muita alegria e cor, muita música, muito movimento e muita arte na representação, estes fantásticos atores apresentaram um espetáculo hilariante, divertindo miúdos e graúdos.
            A Companhia volta em janeiro, com outros elencos e duas peças novas: Alibabá e os quarenta ladrões, numa adaptação da obra das Metas Curriculares do sexto ano para os alunos do segundo ciclo, e Bichos, uma adaptação da obra de Miguel Torga, para os alunos do sétimo ano, embora esta já tenha estado em cartaz por cá no passado ano letivo.

            



Leitura e reciclagem

O Projeto Escutar, ler… imaginar e aprender, uma parceria com a Biblioteca Municipal, mantém-se este ano letivo em todas as bibliotecas do agrupamento e nos jardins de infância não integrados em centros educativos, uma vez que foi estruturado para alunos do ensino pré-escolar e do primeiro ciclo. Inserido na promoção do livro e da leitura, uma vez por período, a animadora Sara Veríssimo enche as nossas bibliotecas e salas de pura magia através das histórias, da música e, às vezes, da dança.
        Uma iniciativa excelente que incentiva à leitura, permite a descoberta do livro e desperta o espírito crítico.
Este período, a Sara trouxe a história dos Três R para recordar que é fundamental reciclar, contribuindo para que o planeta Terra fique menos poluído e mais agradável de habitar.
Como sempre, a Sara proporcionou bons momentos de leitura, de convívio e de formação cívica.

Pequenos gestos, no nosso dia a dia, poderão fazer a diferença e é com esse objetivo que em cada sala existem ecopontos, para separar/reciclar o papel e o plástico.



Dia Nacional do Pijama

       No dia 20 de novembro comemora-se em Portugal o Dia Nacional do Pijama, um dia solidário feito por crianças para ajudar outras crianças. Uma iniciativa da Mundos de Vida e da Missão Pijama com o principal objetivo de lembrar o direito que todas as crianças têm a crescer numa família.
       Este ano, porque o dia 20 foi num domingo, o dia foi assinalado na segunda-feira, dia 21. No Centro Educativo de Arcozelo uma das muitas atividades foi, como já acontece há três anos, ouvir a história que a Mundos de Vida preparou e que este ano se chama A fada partiu a asa. Mais uma narrativa maravilhosa sobre a grande aventura de educar uma criança. A história permite às crianças descobrir que em cada família há uma fada-boa e cinco fadas-ajudantes que auxiliam os pais na tarefa de fazerem crescer os seus filhos bem-educados.
     Meninos e meninas (e alguns adultos), confortáveis nos seus pijamas e acompanhados por amiguinhos de pelo, ouviram a história com muita atenção e participaram ativamente, sempre que lhes era pedido para o fazerem. Este ano, juntaram-se à professora bibliotecária os monitores Francisco, João, Maria e Matilde, da turma A4B, e a assistente operacional Carla Dantas, para uma leitura dinâmica e, sem dúvida, especial.
       Foram dinamizadas duas sessões, uma para o primeiro e o terceiro anos, outra para o segundo e o quarto.
       No final foi-lhes lançado um desafio: cada turma deveria decorar e atribuir um nome a uma fada. Desafio aceite e com resultados magníficos! Sugiram várias fadas: do amor, do silêncio, da natureza, do mar, das letras, das funcionárias, a fada Mimi… que se juntaram, como não poderia deixar de ser, à fada da biblioteca.
       Uma atividade magnífica, com a qual é possível perceber quão solidárias e conscientes da desigualdade estas crianças são.




Encontros com autores

Durante o primeiro período tivemos o privilégio de contactar com três escritores.
No dia vinte de outubro recebemos Paula Ruivo, que veio apresentar o seu mais recente livro, Não quero ser o que sinto…, que conta a história do Simão, um jovem com dezasseis anos, cuja vida muda e toma um rumo que jamais imaginaria; surgem desafios enormes e um suposto sem-abrigo poderá mesmo ser a melhor e única ajuda que o Simão encontra quando começa a ser vítima de agressões por parte de dois novos colegas. Mas a vida não para de o surpreender e uma paixão, a primeira paixão, que tem de ignorar para se manter a salvo, desperta. Conseguirá o Simão voltar a sorrir? Conseguirá rumar na rota do seu sonho? Conseguirá deixar de ser vítima dos dois rapazes?
Uma sessão muito interessante, sobre um tema muito atual – o bullying –, que manteve atentos e participativos alunos do quinto ano ao secundário.
No dia dezoito de novembro, alunos do quarto ao nono ano interagiram com Tito de Morais, um dos autores do livro Cyberbullying, um guia para pais e educadores.
Apesar de o livro ser um guia sobre como identificar, prevenir, intervir e combater o cyberbullying, destinado a ajudar pais e encarregados de educação, professores e educadores, e outros profissionais que lidem com crianças e jovens ou os tenham a seu cargo, o autor dinamizou uma espécie de workshop sobre os perigos, não menosprezando os aspetos positivos, da internet e das redes sociais. Uma sessão que permitiu aprender bastante sobre o bullying virtual, para quem quis aprender…
No dia catorze de dezembro, no âmbito da Feira do Livro, recebemos Ricardo Frade, autor do livro Pé descalço – da Suécia a Portugal sem um tostão.
Ricardo Frade fez uma viagem de 4200 km para provar que os problemas da vida são ‘apenas’ uma questão de perspetiva. Assim, viu-se na Suécia, no norte da península da Escandinávia, em pleno Inverno. Não conhecia o país e não sabia uma palavra de sueco. Complemente-se o cenário com o facto de não ter na sua posse qualquer dispositivo eletrónico, dinheiro ou cartões de crédito/débito, e não ter onde dormir, nem sequer o que comer. O que fez para se desenvencilhar desta situação? Como fazer, no dia a dia, para dar a volta às situações mais difíceis que a vida nos apresenta?
Ricardo Frade fez tudo isto, e voltou para Portugal são e salvo…em apenas 13 dias!
Uma sessão que alunos e professores carimbaram como "muito bom", "magnífico", "brilhante". Disseram ainda: "Foi um momento inspirador que, certamente, deixará marcas.";
"Muito divertido, genuíno."; "Magnífica vibração! Extraordinárias mensagens de alento. A sua forma de pensar e de comunicar com o mundo aquece e enriquece, em vários prismas, a alma das pessoas."
Uma lição de vida, sem dúvida!

As três sessões terminaram, como não poderia deixar de ser, com sessões de autógrafos e, no caso de Ricardo Frade, também de fotografias.





quarta-feira, 1 de junho de 2016

Hoje é dia...

"Todas as pessoas grandes foram um dia crianças,
 mas poucos se lembram disso." 
Antoine de Saint-Exupéry

Dia da Criança


Hoje, 1 de junho, celebra-se em Portugal o Dia da Criança.
Nesta data, em que as crianças são o centro das atenções, organizam-se diversos eventos e atividades.
A data surgiu a seguir à II Guerra Mundial, em 1950. Muitos meninos tinham perdido os pais, viviam na miséria e tinham de trabalhar em vez de irem para a escola.
As Nações Unidas, alguns anos mais tarde, precisamente a 20 de novembro de 1959, aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança, proclamando os direitos das crianças de todo o mundo mas, infelizmente, (ainda) não protegem todas.

Hoje é Dia da Criança


Hoje é Dia da Criança
e eu quero dar-te a Lua.
Mas há meninos sem nada
que dormem sós numa rua.


Hoje é Dia da Criança,
na aula lês teus direitos.
Mas há meninos nas obras,
a mando de alguns sujeitos.


Hoje é Dia da Criança
saboreias chocolate.
Mas há meninos raptados
que sonham com o resgate.


Hoje é Dia da Criança
em todo o Planeta Terra.
Mas há meninos que morrem
em combates, numa guerra.


Hoje é Dia da Criança,
tu brincas, cantas, sorris.
Um dia, cada criança
como tu será feliz.


Luísa Ducla Soares - in O Livro das Datas



Depus a máscara e vi-me ao espelho
Era a criança de há quantos anos. 
Não tinha mudado nada... 
É essa a vantagem de saber tirar a máscara. 
É-se sempre a criança, 
O passado que foi 
A criança. 
Depus a máscara, e tornei a pô-la. 
Assim é melhor, 
Assim sem a máscara. 
E volto à personalidade como a um términus linha.
                                        Álvaro de Campos
A Criança que pensa em fadas e acredita nas fadas 
Age como um deus doente, mas como um deus. 
Porque embora afirme que existe o que não existe 
Sabe como é que as cousas existem, que é existindo, 
Sabe que existir existe e não se explica, 
Sabe que não há razão nenhuma para nada existir, 
Sabe que ser é estar em algum ponto 
Só não sabe que o pensamento não é um ponto qualquer.
                                              Alberto Caeiro
Toda criança no mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
                                       Ruth Rocha

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Concursos Contos de Natal e Poesia – BMPL

Na manhã de 13 de maio recebemos, na biblioteca de Arcozelo, a bibliotecária municipal, Dra. Ana Carneiro, que veio entregar os certificados de participação aos alunos das turmas A3A e A4C, das professoras Marta Miranda e Helena Silva, respetivamente, que concorreram aos Concursos Contos de Natal e Poesia. Além dos certificados, todos os participantes receberam um dossiê das Lagoas de Bertiandos e/ou um livro, já que alguns dos alunos participaram em ambos os concursos.
A professora Marta Miranda também recebeu um certificado pela sua participação no Concurso de Poesia.
Mais duas atividades no âmbito da leitura e da escrita com uma excelente adesão.

Parabéns a todos os participantes!



Testemunhos RBE 20 anos

     No âmbito das comemorações dos seus 20 anos, a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) lançou o desafio aos agrupamentos para que os vários elementos da comunidade educativa (alunos, professores, assistentes operacionais, pais…) dessem o seu contributo, contando por escrito de que forma foram tocados pela sua biblioteca.
     Neste agrupamento houve um número considerável de participantes. Aqui ficam excertos de alguns desses testemunhos, que comprovam que “as bibliotecas são locais privilegiados nas escolas, muitas vezes os mais bonitos e confortáveis, onde todos são acolhidos e bem-vindos. São espaços de liberdade, de tolerância, de inclusão, de reflexão, de inovação, de práticas diferentes” (RBE, 2016):


Como dá para perceber, a Biblioteca Escolar é um bem necessário!...
Leonardo Vieira – A4C
A biblioteca é um dos sítios que eu gosto mais de frequentar porque ela para mim é muito importante. A biblioteca é um mundo de sonhos e é muito positiva para a minha vida porque posso fazer o que quero sem ter problemas. Eu adoro a biblioteca!
Sara Barros Costa – A4C
Ainda que as bibliotecas se assemelhem a um “sótão” no qual há sempre espaço para algo mais, estas tornam-se nos locais mais apropriados para parar e pensar. A calma e atmosfera que criam levam a que nos sintamos confortáveis para estudar, trabalhar ou simplesmente parar na correria dos dias e desfrutar dos bons livros que arrumámos neste “sótão”. Para mim, a biblioteca é o meu local predileto para estudar, visto que me traz um momento de concentração e serenidade.
Mariana Lima – 11.º A
Não devemos encarar a biblioteca apenas como um simples espaço físico mas sim como uma oportunidade de alargar horizontes, de transmitir mais de nós próprios, de nos conhecermos... Porque uma biblioteca não é simplesmente um lugar de livros e de estudo, mas um novo mundo para explorarmos e descobrirmos.
Tânia Lima – 12.º A


Foi muito cedo que tomei o gosto pela leitura e, como na altura que me criei não havia grande disponibilidade financeira, comecei a ir buscar livros à biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian que, quinzenalmente, ia à minha aldeia. Ficava sempre com dez livros que devorava à noite, à luz das velas. Cresci e os livros continuam a ser a minha grande paixão, por isso, tenho na biblioteca da escola onde trabalho o meu ponto de apoio.
O mundo sem bibliotecas seria como viver na escuridão.

Isabel Fernandes, Assistente Operacional





Plano Nacional de Leitura e Rede de Bibliotecas Escolares

       No âmbito do Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, três turmas participaram em Projetos/Concursos do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares: as turmas A4C e 6.º D aceitaram o desafio dos Livros Falados e desenvolveram trabalhos no âmbito das obras A Rosinha, o Mar e os Sonhos, de Rosário Alçada Araújo, e A Menina do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Os trabalhos envolviam produção de texto (resumo para o primeiro ciclo e criação de uma nova história para o segundo ciclo), registo sonoro dos textos e cartaz. A turma 6.º A participou no desafio 7 dias 7 dica sobre os media, uma iniciativa promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) em parceria com a Direção-Geral da Educação (DGE), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e a Comissão Nacional da Unesco (CNU). Consiste num concurso de produção de dicas sobre os media, cujos temas eram:
· 7 dicas para usar os media na sala de aula e na biblioteca;
· 7 dicas para promover a segurança online;
· 7 dicas para respeitar os direitos de autor;
· 7 dicas para promover a inclusão e a cidadania digitais;
· 7 dicas para proteger os dados pessoais;
· 7 dicas para manter a reputação online;
· 7 dicas para evitar a dependência online.

       Estiveram envolvidos nos projetos os professores Ana Júlia Marques (Professora bibliotecária), Ana Júlia Neves (Português – 2.º ciclo), Helena Silva (primeiro ciclo), Maria Generosa Rosa (Educação Visual/Educação Tecnológica) e Pedro Alves (Educação Musical).









Sábado na BE!
       
       Dando continuidade às sessões de Sábado na BE!, foram quatro – de janeiro a abril – os sábados com histórias e atividades plásticas. Duas horas sempre muito dinâmicas e motivadoras, que continuam a fazer as delícias dos participantes: miúdos e graúdos.
       Um lobo culto, de Becky Bloom e Pascal Biet, Uma baleia no quarto, de João Miguel Tavares e Ricardo Cabral, As gravatas do meu pai, de Pedro Seromenho, e Leónia devora os livros, de Laurence Herbert e Frederic Du Bus, foram as histórias que nos fizeram imaginar, viajar, sonhar, crescer…
       No dia 28 de maio, Dança quando chegares ao fim, de Richard Zimler e Bernardo Carvalho, marcará o final das sessões de Sábado na BE deste ano letivo.


           Porque ler… é voar!

Histórias da BE!
    
       De janeiro a maio, foram três as histórias trabalhadas no âmbito do projeto Histórias da BE!, com as turmas dos JI de Arcozelo, Brandara e Cepões: em janeiro, O Gato das Botas, um conto tradicional de Perrault; em fevereiro, A Fada Palavrinha e o Gigantes das Bibliotecas, da escritora Luísa Ducla Soares; em março, Sara e o Gigante das Histórias, de Laurence Bourguignon e Pascal Biet; em abril, no âmbito da Semana da Saúde, O Menino que não gostava de sopa, de Cidália Fernandes e Sandra Serra; em maio, O Grufalão, de Julia Donaldson e Axel Scheffler.

       Histórias pensadas para cativar, despertar/fomentar o gosto pela leitura e pelos livros, enquadradas em temáticas que vão ao encontro do trabalho da sala de aula, com o objetivo de abordar temas importantes através do maravilhoso e da fantasia, para os quais é preciso uma certa sensibilidade, conseguida na excelente parceria entre as educadoras e a professora bibliotecária. Um projeto a continuar.



Concursos Concelhio e Nacional de Leitura

       A participação do agrupamento nos Concursos Concelhio e Nacional de Leitura, cujo objetivo fulcral é fomentar o gosto pela leitura e a escrita, é já habitual e este ano letivo não foi diferente.
       Dos vários alunos participantes na fase de escola, apuraram-se para a final concelhia e distrital os seguintes alunos:

Concurso Concelhio de Leitura – 1.º Ciclo
Bárbara Pereira – CE de Arcozelo
Maria Luísa Pereira Gomes - CE de Arcozelo
Rodrigo Fernandes Malheiro - CE de Arcozelo
Tomás Barbosa - CE de Arcozelo
Afonso Miguel Pereira Sousa - CE de Refoios
Beatriz Rodrigues Veloso - CE de Refoios
       Na final disputada entre as várias escolas básicas do concelho, o aluno Tomás Barbosa, da Turma A4C, ficou classificado em 3.º lugar.

Concurso Concelhio de Leitura – 2.º Ciclo
Beatriz Cunha – 5.º D
João Pedro Trigo – 5.º A
Joana Filipa Amorim Antunes – 6.º C
Maurício Fonseca Soares – 6.º D
       Estes alunos disputaram a final concelhia na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, no dia 21 de abril, e a aluna Joana Antunes classificou-se em terceiro lugar.

 Concurso Nacional de Leitura – 3.º Ciclo
Ana Daniela Lima Gomes – 9.º B
Diana Margarida Dantas Esteves – 8.º D
Patrícia Lima Alves – 9.º B

 Concurso Nacional de Leitura – Ensino Secundário
Jéssica de Melo Pereira – 12.º A
Tânia Daniela Pereira Lima – 12.º A
Rita Marlene Cunha de Sá Amorim – 11.º A
       As alunas, à exceção da Rita Amorim, que não pôde estar presente, participaram na fase distrital do concurso, no dia 27 de abril, em Caminha. A aluna Tânia Lima participou em todas as provas previstas para esta eliminatória.
       Parabéns a todos os participantes, desde a fase de escola à concelhia e à distrital, pelo empenho demonstrado e… boas leituras!