sexta-feira, 27 de maio de 2016

Concursos Contos de Natal e Poesia – BMPL

Na manhã de 13 de maio recebemos, na biblioteca de Arcozelo, a bibliotecária municipal, Dra. Ana Carneiro, que veio entregar os certificados de participação aos alunos das turmas A3A e A4C, das professoras Marta Miranda e Helena Silva, respetivamente, que concorreram aos Concursos Contos de Natal e Poesia. Além dos certificados, todos os participantes receberam um dossiê das Lagoas de Bertiandos e/ou um livro, já que alguns dos alunos participaram em ambos os concursos.
A professora Marta Miranda também recebeu um certificado pela sua participação no Concurso de Poesia.
Mais duas atividades no âmbito da leitura e da escrita com uma excelente adesão.

Parabéns a todos os participantes!



Testemunhos RBE 20 anos

     No âmbito das comemorações dos seus 20 anos, a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) lançou o desafio aos agrupamentos para que os vários elementos da comunidade educativa (alunos, professores, assistentes operacionais, pais…) dessem o seu contributo, contando por escrito de que forma foram tocados pela sua biblioteca.
     Neste agrupamento houve um número considerável de participantes. Aqui ficam excertos de alguns desses testemunhos, que comprovam que “as bibliotecas são locais privilegiados nas escolas, muitas vezes os mais bonitos e confortáveis, onde todos são acolhidos e bem-vindos. São espaços de liberdade, de tolerância, de inclusão, de reflexão, de inovação, de práticas diferentes” (RBE, 2016):


Como dá para perceber, a Biblioteca Escolar é um bem necessário!...
Leonardo Vieira – A4C
A biblioteca é um dos sítios que eu gosto mais de frequentar porque ela para mim é muito importante. A biblioteca é um mundo de sonhos e é muito positiva para a minha vida porque posso fazer o que quero sem ter problemas. Eu adoro a biblioteca!
Sara Barros Costa – A4C
Ainda que as bibliotecas se assemelhem a um “sótão” no qual há sempre espaço para algo mais, estas tornam-se nos locais mais apropriados para parar e pensar. A calma e atmosfera que criam levam a que nos sintamos confortáveis para estudar, trabalhar ou simplesmente parar na correria dos dias e desfrutar dos bons livros que arrumámos neste “sótão”. Para mim, a biblioteca é o meu local predileto para estudar, visto que me traz um momento de concentração e serenidade.
Mariana Lima – 11.º A
Não devemos encarar a biblioteca apenas como um simples espaço físico mas sim como uma oportunidade de alargar horizontes, de transmitir mais de nós próprios, de nos conhecermos... Porque uma biblioteca não é simplesmente um lugar de livros e de estudo, mas um novo mundo para explorarmos e descobrirmos.
Tânia Lima – 12.º A


Foi muito cedo que tomei o gosto pela leitura e, como na altura que me criei não havia grande disponibilidade financeira, comecei a ir buscar livros à biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian que, quinzenalmente, ia à minha aldeia. Ficava sempre com dez livros que devorava à noite, à luz das velas. Cresci e os livros continuam a ser a minha grande paixão, por isso, tenho na biblioteca da escola onde trabalho o meu ponto de apoio.
O mundo sem bibliotecas seria como viver na escuridão.

Isabel Fernandes, Assistente Operacional





Plano Nacional de Leitura e Rede de Bibliotecas Escolares

       No âmbito do Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, três turmas participaram em Projetos/Concursos do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares: as turmas A4C e 6.º D aceitaram o desafio dos Livros Falados e desenvolveram trabalhos no âmbito das obras A Rosinha, o Mar e os Sonhos, de Rosário Alçada Araújo, e A Menina do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Os trabalhos envolviam produção de texto (resumo para o primeiro ciclo e criação de uma nova história para o segundo ciclo), registo sonoro dos textos e cartaz. A turma 6.º A participou no desafio 7 dias 7 dica sobre os media, uma iniciativa promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) em parceria com a Direção-Geral da Educação (DGE), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e a Comissão Nacional da Unesco (CNU). Consiste num concurso de produção de dicas sobre os media, cujos temas eram:
· 7 dicas para usar os media na sala de aula e na biblioteca;
· 7 dicas para promover a segurança online;
· 7 dicas para respeitar os direitos de autor;
· 7 dicas para promover a inclusão e a cidadania digitais;
· 7 dicas para proteger os dados pessoais;
· 7 dicas para manter a reputação online;
· 7 dicas para evitar a dependência online.

       Estiveram envolvidos nos projetos os professores Ana Júlia Marques (Professora bibliotecária), Ana Júlia Neves (Português – 2.º ciclo), Helena Silva (primeiro ciclo), Maria Generosa Rosa (Educação Visual/Educação Tecnológica) e Pedro Alves (Educação Musical).









Sábado na BE!
       
       Dando continuidade às sessões de Sábado na BE!, foram quatro – de janeiro a abril – os sábados com histórias e atividades plásticas. Duas horas sempre muito dinâmicas e motivadoras, que continuam a fazer as delícias dos participantes: miúdos e graúdos.
       Um lobo culto, de Becky Bloom e Pascal Biet, Uma baleia no quarto, de João Miguel Tavares e Ricardo Cabral, As gravatas do meu pai, de Pedro Seromenho, e Leónia devora os livros, de Laurence Herbert e Frederic Du Bus, foram as histórias que nos fizeram imaginar, viajar, sonhar, crescer…
       No dia 28 de maio, Dança quando chegares ao fim, de Richard Zimler e Bernardo Carvalho, marcará o final das sessões de Sábado na BE deste ano letivo.


           Porque ler… é voar!

Histórias da BE!
    
       De janeiro a maio, foram três as histórias trabalhadas no âmbito do projeto Histórias da BE!, com as turmas dos JI de Arcozelo, Brandara e Cepões: em janeiro, O Gato das Botas, um conto tradicional de Perrault; em fevereiro, A Fada Palavrinha e o Gigantes das Bibliotecas, da escritora Luísa Ducla Soares; em março, Sara e o Gigante das Histórias, de Laurence Bourguignon e Pascal Biet; em abril, no âmbito da Semana da Saúde, O Menino que não gostava de sopa, de Cidália Fernandes e Sandra Serra; em maio, O Grufalão, de Julia Donaldson e Axel Scheffler.

       Histórias pensadas para cativar, despertar/fomentar o gosto pela leitura e pelos livros, enquadradas em temáticas que vão ao encontro do trabalho da sala de aula, com o objetivo de abordar temas importantes através do maravilhoso e da fantasia, para os quais é preciso uma certa sensibilidade, conseguida na excelente parceria entre as educadoras e a professora bibliotecária. Um projeto a continuar.



Concursos Concelhio e Nacional de Leitura

       A participação do agrupamento nos Concursos Concelhio e Nacional de Leitura, cujo objetivo fulcral é fomentar o gosto pela leitura e a escrita, é já habitual e este ano letivo não foi diferente.
       Dos vários alunos participantes na fase de escola, apuraram-se para a final concelhia e distrital os seguintes alunos:

Concurso Concelhio de Leitura – 1.º Ciclo
Bárbara Pereira – CE de Arcozelo
Maria Luísa Pereira Gomes - CE de Arcozelo
Rodrigo Fernandes Malheiro - CE de Arcozelo
Tomás Barbosa - CE de Arcozelo
Afonso Miguel Pereira Sousa - CE de Refoios
Beatriz Rodrigues Veloso - CE de Refoios
       Na final disputada entre as várias escolas básicas do concelho, o aluno Tomás Barbosa, da Turma A4C, ficou classificado em 3.º lugar.

Concurso Concelhio de Leitura – 2.º Ciclo
Beatriz Cunha – 5.º D
João Pedro Trigo – 5.º A
Joana Filipa Amorim Antunes – 6.º C
Maurício Fonseca Soares – 6.º D
       Estes alunos disputaram a final concelhia na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, no dia 21 de abril, e a aluna Joana Antunes classificou-se em terceiro lugar.

 Concurso Nacional de Leitura – 3.º Ciclo
Ana Daniela Lima Gomes – 9.º B
Diana Margarida Dantas Esteves – 8.º D
Patrícia Lima Alves – 9.º B

 Concurso Nacional de Leitura – Ensino Secundário
Jéssica de Melo Pereira – 12.º A
Tânia Daniela Pereira Lima – 12.º A
Rita Marlene Cunha de Sá Amorim – 11.º A
       As alunas, à exceção da Rita Amorim, que não pôde estar presente, participaram na fase distrital do concurso, no dia 27 de abril, em Caminha. A aluna Tânia Lima participou em todas as provas previstas para esta eliminatória.
       Parabéns a todos os participantes, desde a fase de escola à concelhia e à distrital, pelo empenho demonstrado e… boas leituras!





SEMANA DA LEITURA 2016

       De 14 a 19 de março decorreu mais uma Semana da Leitura, este ano sob o tema Elos de Leitura. Entre os vários elos de leitura tivemos a habitual Feira do Livro, em parceria com a Livraria União, várias histórias, das quais se destaca As gravatas do meu pai, de Pedro Seromenho, no dia 19, no âmbito do Dia do Pai e das sessões de Sábado na BE!.
    A Semana da Leitura é dinamizada nas várias escolas do agrupamento, no entanto, este ano houve um elo que aproximou os centros educativos e os jardins de infância: o mundo maravilhoso do teatro. Durante dois dias, a Companhia de Teatro de Coimbra, AtrapalhArte, apresentou aos alunos do JI, primeiro ciclo e 5.º ano das Lagoas o seu Estendal de Contos, uma adaptação dos contos A princesa e a ervilha, de Hans Christian Andersen, e Os músicos de Bremen, dos irmãos Grimm. Momentos de cultura e divertimento que, certamente, ficarão na memória. 

       
Projeto Conta-nos uma história!

Durante o segundo período, o Projeto Conta-nos uma história!  teve três sessões. 
A mãe da Sara, da Turma A4C, D. Mónica, veio contar a história A Menina Gotinha de Água, de Papiniano Carlos. A D. Manuela, mãe da Marta, da Turma A4B, veio ler um excerto da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, A Menina do Mar. As duas histórias foram escolhidas no âmbito do Ciclo da Água, tema que estava a ser trabalhado na sala de aula.
A turma A3B trouxe à BE a D. Catarina, mãe da Mariana, que veio contar as Aventuras num dicionário, um conto que faz parte do Livro com cheiro a canela, da autora Alice Vieira.
Momentos de leitura muito proveitosos, que levam alunos, pais e professores a descobrirem histórias e os seus escritores, através do trabalho anterior e posterior à leitura.

   Três turmas muito dinâmicas e participativas, evidenciando muito conhecimento e provando que estas iniciativas são, efetivamente, momentos especiais.
   Obrigada aos alunos, às professoras e, em especial, às mães!
   Porque ler é...voar!









     

terça-feira, 8 de março de 2016

Hoje é dia...


Oito curiosidades sobre o Dia Internacional da Mulher
O progresso feito pelas mulheres desde o primeiro Dia Internacional das Mulheres, em 1908, é impressionante. Tudo começou quando 15 mil mulheres marcharam nas ruas da cidade de Nova Iorque exigindo menos horas de trabalho, um melhor salário e o direito a votar.

1. Nem sempre foi celebrado no dia 8 de março. Nos primeiros cinco anos o Dia Internacional da Mulher era celebrado no dia 28 de fevereiro.
2. O próprio significado deste dia tem evoluído. Começou por sem um protesto massivo organizado por mulheres que procuravam ter melhores condições de trabalho e o direito ao voto. Mas desde aí tem-se tornado num dia de  consciencialização em relação ao progresso da mulher na corrente luta pela igualdade de género. É também um dia para destacar por todo o mundo os assuntos que afetam diretamente a mulher.
3. É uma data reconhecida em mais de 25 países. Incluindo países como China, Vietname, Uganda, Afeganistão, Cuba, e Rússia.
4. É feriado oficial em 24 países e na China, na Macedónia, em Madagáscar e no Nepal é feriado só para as mulheres.
5. Nos Estados Unidos celebra-se a história da mulher durante todo o mês de março. Foi declarado pelo presidente Barack Obama em 2011.
6. É celebrado também por homens. Apesar de ser um dia criado por mulheres e para mulheres, também muitos homens aproveitam este dia para honrar as lutas das mulheres e assumir os valores do feminismo.
7. Desde 1996, a ONU atribui um tema especial ao Dia Internacional da Mulher. Este ano é ‘Planeta 50-50 em 2030: Um passo decisivo pela igualdade de géneros’.

8. Em países como Portugal o dia é celebrado com a oferta de flores às mulheres e com jantares e festas só para o sexo feminino.
www.noticiasaominuto.com

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Sábado na BE!

   Meninos, meninas, papás e mamãs: o próximo Sábado na BE! é já amanhã, não percam.
   Será que os nossos meninos e meninas fazem muitas birras? E será que sabem o que pode acontecer? O melhor é virem descobrir...
   Mais uma história que nos faz viajar pelo mundo da imaginação, seguida de uma atividade apelativa, para mais tarde recordar...
   Porque ler é voar!










terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Um beijo para o urso pequeno 
Else Holmelund Minarik e Maurice Sendak

No âmbito do Projeto da Biblioteca Municipal - Estudar, Ler, Imaginar, Aprender - a animadora Sara Veríssimo e a colega Tânia Paiva vieram à biblioteca contar a história Um beijo para o Urso Pequeno.  
Mais uma vez, cantaram e encantaram. Os alunos puderam participar como personagens, proporcionando e usufruindo de momentos de leitura inigualáveis. 


Gosto mesmo deste desenho - disse o Urso Pequeno. - Olá, Galinha. Este desenho é para a Avó. - Podes levá-lo? - Claro - disse a Galinha. A Avó ficou contente e disse: - Este beijo é para o Urso Pequeno. - Podes levá-lo, Galinha? - Com muito gosto. 
"Um beijo para Urso Pequeno" é uma narrativa breve, humorística, carregada de amor e afeto. Afeto do Urso Pequeno para com a Avó, a quem oferece um desenho, que ela por sua vez agradece com um beijo que se vai transmitindo de animal para animal, entre os habitantes do bosque, até chegar ao seu destinatário final. Um beijo itinerante e acumulativo que acaba por ramificar numa história de amor paralela com um final feliz para toda esta adorável vizinhança. Publicado pela primeira vez em 1968, este clássico de Else Holmelund Minarik e Maurice Sendak destaca-se pela simplicidade do texto e pela ternura das suas personagens, aqui humanizadas. A personalidade de Urso Pequeno faz com que os seus leitores infantis se identifiquem com ele, não só pela sua simpatia, mas também pela sua espontaneidade. Em consonância com os restantes títulos da série de que este livro faz parte, as requintadas ilustrações de Sendak remetem para as gravuras antigas, de composição clássica, com figuras de grande expressividade integradas em cenários, sobretudo naturais, muito detalhados e elaborados.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Sábado na BE!

       É já amanhã a próxima sessão de Sábado na BE.
       Mais uma história que nos vai envolver na magia da leitura: 
     Quando um lobo chega à quinta, fica espantado ao ver que os animais que lá vivem são muito educados e até um pouco presumidos. Só conseguirá ser bem aceite na quinta, se aprender a ler. Contudo, ser aceite num círculo tão exclusivo não é coisa fácil. Os animais da quinta impõem-lhe um desafio atrás de outro e o lobo logo esquece a fome, enquanto anda da escola para a biblioteca e desta para a livraria.
       Queres saber mais? Não percas. É amanhã, das 10 às 12 horas.











quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Encontro com Daniel Completo
Na terça-feira, dia 19, recebemos, nas bibliotecas do agrupamento, o músico Daniel Completo.
D
aniel Completo nasceu em Lisboa a 3 de junho de 1964. Licenciou-se em Educação Musical e iniciou a sua atividade como professor do ensino básico no ano de 2000. Unindo a música com as palavras, Daniel Completo esteve ligado a um dos mais genuínos registos da Música Tradicional Portuguesa, integrando o grupo "Ronda dos Quatro Caminhos" durante 15 anos, nas décadas de 80 e 90.
       Gravou o seu primeiro trabalho a solo – Finisterras – em 2005. Com o decorrer dos anos os caminhos foram mudando, e os estilos musicais iam sendo vocacionados para os mais novos, mantendo a linha mestra, utilizando nas gravações diversos instrumentos genuínos que dão a conhecer os valores tradicionais da nossa cultura musical através da sonoridade do violino, do acordeão, da guitarra portuguesa, do adufe e dos bombos, entre outras percussões. 
Depois de editar vários trabalhos infantis, em 2010 fez uma parceria com a escritora Luísa Ducla Soares, lançando o livro com CD Brincar com as Palavras, compondo e interpretando doze dos melhores poemas da vasta obra de Luísa Ducla Soares, valorizando nas letras o aspeto lúdico e brincalhão, como demonstram, por exemplo, os poemas Abecedário sem Juízo, A Menina Feia e Na Máquina do Tempo. Após este livro, surgiram outras parcerias com a escritora, como O Eco da Ecologia, que nos veio apresentar.
       O Eco da Ecologia é um auxiliar do professor para sensibilizar os mais pequenos para os graves problemas que a Terra enfrenta, resultantes da poluição e outros atentados humanos ao ambiente, para que meninos e meninas mudem o mundo e abracem o nosso planeta, para que ele seja puro e azul, a casa feliz de todos nós.
Tivemos ainda a oportunidade de ouvir alguns temas do livro O som das palavras.
            Foram três sessões muito dinâmicas e divertidas, nas quais a música foi, sem dúvida, a melhor aliada da leitura. Daniel Completo tocou, cantou e encantou, mas também foi presenteado com excelentes trabalhos preparados por alunos e professores.
            Para terminar, uma sessão de autógrafos, para mais tarde recordar…
           Obrigado Daniel Completo, por ter estado connosco.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Leitor do Mês


       Durante o primeiro período foram quatro os alunos que se destacaram nas requisições domiciliárias.
                Boas leituras!




Sábado na BE!
       
A
s sessões de Sábado na BE! continuam e já vão no sétimo ano. Durante o primeiro período tivemos três sábados com histórias e atividades plásticas sempre motivadoras, que fazem as delícias dos mais pequenos e não deixam indiferentes os adultos.
 A 31 outubro, Marcelina e a Noite de Halloween, uma festa de sustos, disfarces e receitas, de Christel Desmoinaux, brindou-nos com a história da bruxinha Marcelina, que fica assustada quando a sua avó lhe fala de espíritos, fantasmas e monstros e lhe conta a lenda da Noite de Halloween. Ainda bem que se transformou numa festa infantil, com disfarces, rebuçados, tartes de abóbora e bonitas lanternas. Depois de saber o que é, realmente, o Halloween, Marcelina perde o medo e diverte-se muito.
Vê aqui como foi:

Em novembro, dia 21, A árvore dos rebuçados, uma história fantástica de Rosário Alçada Araújo. O Sebastião adorava guloseimas. Um dia, por incrível que pareça, descobriu uma árvore carregadinha de rebuçados no seu quintal. E não é que a árvore lhe fez um desafio! Se o Sebastião entrasse no mundo dela e realizasse as provas que lhe fossem pedidas, receberia todos os rebuçados que quisesse. O Sebastião aceitou o desafio e foi transportado para outra dimensão. Teve de provar uma grande variedade de legumes, teve de ler uma história e até participou nos "Jogos Olímpicos da Vida Saudável"! Desde esse dia, a vida de Sebastião foi mudando gradualmente. Ele aprendeu a importância dos bons hábitos alimentares… e também percebeu que um docinho de vez em quando não faz mal a ninguém. O crescimento físico e intelectual dos mais novos tem que ser sustentado por escolhas alimentares saudáveis, diversificadas e agradáveis ao gosto. Às necessidades nutricionais dos jovens deve corresponder uma política educativa que promova hábitos e regras alimentares adequadas ao seu desenvolvimento, saúde e bem-estar. Exemplos simples, bem direccionados e adaptados ao dia-a-dia dos alunos podem ter implicações decisivas para toda a sua vida. E a sala de aula pode muito bem ser um espaço privilegiado de comunicação das boas práticas alimentares.
Queres ver o que se passou? Clica em:
Em dezembro, dia 12, mergulhamos na magia do Natal, através da história Eu sei tudo sobre o Pai Natal. Iniciando com a frase «os crescidos dizem que…», é um pequeno hino à figura do Pai Natal, vindo reforçar a sua existência e provar a todos os meninos que ele não só existe como continua a visitar todas as casas, ou melhor, aquelas casas que têm árvores de Natal, em cada ano que passa. As dificuldades enunciadas pelos adultos são rapidamente desconstruídas pelo menino protagonista desta história que encontra resposta para qualquer ideia feita. O importante é acreditar que realmente o Pai Natal existe e toda a tradição de que ele faz parte encontra significado na 

mentalidade dos pequenos leitores. As crianças são a prova viva de que a lenda perdura ao longo dos tempos e se mantém acima de todas e quaisquer contrariedades. Por isso, não vale a pena dizerem que o Pai Natal não existe quando todos sabemos que isso não é verdade...
     Aqui fica o vídeo:

           Porque ler… é voar!

  

Feira do Livro


 E
ste ano letivo, a Feira do Livro decorreu entre os dias 9 e 17 de dezembro, em Arcozelo, Lagoas e Refoios.
           Como já é habitual, em Arcozelo, numa parceria entre a BE e o Departamento de Línguas, a colaboração foi da Antunes Livreiros. Nas Lagoas e em Refoios, colaborou connosco a Livraria União.
           Destacam-se, das atividades dinamizadas, as sessões de teatro pela Companhia de Teatro de Coimbra AtrapalhArte e o encontro com o escritor Richard Zimler.
           Este ano os AtrapalhArte trouxeram-nos mais duas magníficas produções: no dia 10, os alunos do terceiro ciclo tiveram a oportunidade de assistir à excelente adaptação da obra de Miguel Torga, Bichos; no dia 11 foi a vez de os alunos do segundo ciclo assistirem ao Estendal de Contos, numa adaptação dos contos A princesa e a ervilha, de Hans Christian Andersen, e Os músicos de Bremen, dos irmãos Grimm. Dois momentos culturais de excelência que, certamente, não vão esquecer.
           A Companhia de Teatro estará de volta ao agrupamento em março, no âmbito da Semana da Leitura, para brindar os alunos dos jardins de infância e do primeiro ciclo com o seu Estendal de Contos.
           O encontro com o escritor Richard Zimler, na manhã do dia 15, foi dedicado aos alunos do ensino secundário, sobre a obra Ilha Teresa. Sempre num tom bem-humorado e cativante, o escritor falou acerca da sua adaptação ao nosso país, para onde veio em 1990, descrevendo os “choques” culturais, comparando-se a Teresa, a personagem principal do livro, que, como ele, se viu num país diferente. Um desses “choques” culturais, que diz ter sido um dos que mais o marcou, foi o analfabetismo que ainda havia, recordando quando via as pessoas assinarem com X, por não conhecerem a leitura nem a escrita, competências que considera básicas para se viver em sociedade e, por isso, a primeira obrigação de qualquer governo: oferecer às pessoas as condições que lhes permitam saber ler e escrever.
           No decorrer do diálogo com os alunos e professores presentes, Richard Zimler referiu que escreve, em parte, para satisfazer os próprios desejos. Por exemplo, na obra que desta vez o trouxe até nós, o objetivo era descobrir Teresa, à medida que ia escrevendo sobre ela. Afirmou que gosta de falar/escrever sobre temas que a maioria das pessoas prefere evitar dando, como exemplo, o livro O último cabalista de Lisboa, no qual retrata o massacre no Rossio, em Lisboa, em 1506.
Sem dúvida, um momento inesquecível para quem privou com este exímio comunicador, dono de um sotaque encantador. Contactar com um escritor é uma oportunidade única, uma motivação muito bem fundamentada para a leitura e para a escrita.
Para terminar da melhor forma, uma sessão de autógrafos.
Obrigada, Richard Zimler!
Estava ainda prevista a visita do músico Daniel Completo às três bibliotecas do agrupamento, no dia 9, mas a atividade teve que ser adiada, devendo realizar-se no dia 19 de Janeiro.