SEMANA DA LEITURA 2015 - CARTAZ CONCELHIO
segunda-feira, 16 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015
A Companhia de Teatro de Coimbra AtrapalhArte está de novo no nosso Agrupamento para apresentar a peça Robertices, uma adaptação da obra homónima de Luísa Dacosta.
Hoje conquistou miúdos e graúdos dos JI de Arcozelo, Brandara, Calheiros e Cepões e do CE de Arcozelo. Amanhã estará nos CE das Lagoas (manhã) e de Refoios (tarde), onde voltarão a brilhar e a encantar, certamente.
Mais um excelente trabalho deste grupo que o Agrupamento tem o prazer de acolher.
sexta-feira, 6 de março de 2015
A Mulher que passa
Meu Deus,
eu quero a mulher que passa.
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh!
Como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus
sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como
te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?
Por
que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida?
Para o que sofro não ser desgraça?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida?
Para o que sofro não ser desgraça?
Meu
Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
No
santo nome do teu martírio
Do teu martírio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!
Do teu martírio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!
Que
fica e passa, que pacifica
Que é tanto pura como devassa
Que boia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
Vinicius de Moraes
quarta-feira, 4 de março de 2015
Sábado na BE!
A última sessão de Sábado na BE!, no dia 28 de fevereiro, foi, mais uma vez, um momento muito agradável de dedicação à leitura.
A história, Apaixonados, de Rébecca Dautremer, fez com que os participantes dessem a sua opinião sobre o que é estar apaixonado e serviu de mote para o ateliê que se seguiu.
Palavras para quê? Aqui ficam as imagens, falam por si...
Porque ler...é voar!
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