A Sentinela é o mais recente livro de Richard Zimler
Sinopse:
«6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, umapenque o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.» Ler mais...
«Todos os anos, a Organização Marítima Internacional (IMO) celebra o Dia Mundial do Mar. O Dia foi criado pelo Conselho de Administração da Organização Marítima Internacional e comemorado pela primeira vez a 17 de Março de 1978, durante a Convenção da Organização Marítima Consultiva Intergovernamental (IMCO).» Este ano a comemoração aconteceu no dia 26 de setembro(continuar a ler).
A 23 de setembro de 1822, a Assembleia Constituinte aprova a primeira Constituição Portuguesa, saída da Revolução Liberal de 1820. Será jurada a 1 de outubro, pelo rei D. João VI (1767-1826). Com o juramento, o rei desencadeou revoltas absolutistas sustentadas pelo seu filho, o príncipe D. Miguel (1802-1866, como a Vila-Francada (1823) e a Abrilada (1824).(Ler mais...)
«O dia 26 de Setembro é consagrado às línguas europeias desde 2001. A Europa encerra um verdadeiro tesouro linguístico: 24 línguas oficiais e mais de 60 línguas regionais ou minoritárias,(...). Precisamente para chamar a atenção para este imenso património linguístico, a União Europeia e o Conselho da Europa tomaram a iniciativa de comemorar o Ano Europeu das Línguas em 2001.»
Completam-se hoje 737 anos que o médico, professor e matemático português Pedro
Julião, também conhecido por Pedro Hispano, foi entronizado papa, tomando o nome de
João XXI.
ExamTime é uma plataforma portuguesa de estudo online que ajuda no estudo e na transmissão de conhecimentos com ferramentas desenvolvidas para estudantes, professores e todos aqueles que se encontram num processo de aprendizagem.
Esta plataforma fornece métodos de planeamento permitindo estabelecer objetivos, definir tarefas e analisar o progresso de acordo com a cronologia de estudo. Com estas funções é possível dividir o trabalho em quantidades gerenciáveis de informação para atingir os objetivos propostos.
Os utilizadores desta plataforma podem criar os seus próprios recursos de estudo e desta maneira melhorar a sua experiência de aprendizagem, através da criação de mapas mentais úteis para mapear um curso ou entender os tópicos e ramos dentro de cada curso, flashcards e quizzes para ajudar com a memorização e testar o conhecimento, notas para anotar informações dentro e fora das aulas, grupos para colaborar em projetos com colegas ou professores e o calendário ExamTime para criar um plano de estudos.
Diga um Poema é um projeto de leitura e arquivo colaborativa/o de poesia de poetas portugueses.
Colaborar neste projeto é muito fácil: escolham um poema de um poeta português, digam o poema e gravem-no (aconselha-se o uso do soundcloud) e partilhem na página do FB do projeto. Simples. «Diga um Poema!»
"Um projecto que é uma ideia simples. Escolher um poema de um poeta português. Dizer o poema num espaço público. Gravar o som desse momento. Partilhar. Simples. E com isto, procurar catalogar uma paisagem sonora, de Bragança a Faro, de vozes, formas de dizer, de falar, de sentir a Poesia em Portugal. Num país de poetas, diga um poema!"
«À minha entrada na escola primária faltou um acto solene. Eu conto: meu irmão Luís Victor e minha irmã Maria Eugénia andavam na escola e, certo dia, a minha mãe disse para eu ir também. Julguei que ainda não era a sério e que ia ali passar o dia com os meus irmãos pois ninguém se formalizou dizendo-me com alguma solenidade que naquele dia entrava na escola, como tinha acontecido com eles. Três dias depois disse que não me apetecia ir à escola. Aí formalizaram-se todos: "Era o que faltava! Não lhe apetece ir à escola! Faz favor de se habituar a cumprir com os seus deveres.»
António Alçada Baptista, Pesca à Linha. Algumas Memórias, Ed. Presença, 1998