terça-feira, 22 de outubro de 2013

DUAS BIBLIOTECAS PORTUGUESAS CONSIDERADAS IMPRESSIONANTES

Vista geral a partir da entrada da Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra

A Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra foi uma das distinguidas pelo jornal britânico «The Telegraph» como uma das mais espetaculares do mundo. Situada no quarto piso da ala nascente do monumento, ocupa a mais nobre e vasta de todas as salas do edifício. Em forma de cruz com 85 metros de comprimento e 9,5 metros de largura, está pavimentada em pedra liós e tem no centro uma abóbada apoiada sobre quatro arcos, fechada sobre uma pedra-mármore onde se vê esculpido um rosto humano representando o sol. A Biblioteca possui 30 mil volumes, compreendidos entre os séculos XV e XIX, abrangendo temas tão diferentes como a Teologia, o Direito Canónico e Civil, a História, a Geografia e as Viagens, a Matemática, a Arte e a Música e a Medicina.

Pormenor da Biblioteca da Palácio Nacional de Mafra

Vista das estantes  da Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra

A Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra também foi destacada pelo jornal britânico. Deve o seu nome ao monarca sob cuja égide se verificou a sua edificação, D. João V, o Magnânimo. A livraria universitária teve uma vida acidentada, desde a sua constituição, no decurso do século XV, no tempo em que a instituição se encontrava sediada em Lisboa. Estava-se então longe, porém, do monumental acervo bibliográfico que a Biblioteca Joanina mais tarde albergaria. É apenas em 1547 que o espólio ingressa no antigo Paço Real, onde o Estudo se instalara, por cedência de D. João III, e se assiste à sua instalação na antiga sala da guarda-roupa, adjacente à Sala Grande.



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